Aprendi que o amor é um conceito a ser repensado.
Que amamos não a pessoa pelo que ela é, mas pelo que representa para nós. O lugar que ocupa, mediate nossas fantasias e idealizações de um outro perfeito (o que não existe). De fato acredito que cada um coexista em sua perfeição. Desta forma, perfeição não seria um conceito fechado, abrangeria uma multiplicidade de sentidos em face à diversidade (o universo de particularidaes de cada um).
Descobri que o que é bom para os outros nem sempre é bom para mim, e que o bom só eu poderei definir. Portanto, um tanto fragilizada, altamente vulnerável e definitivamente mortal, quero viver minha vida em sua plenitude, com a intesidade que ela merece.
Ser livre para pensar no que farei agora, porque o amanhã a mim não pertence.
Colocar um fim àquilo que me causa tanta dor, ou então mesmo sublimar esta dor se ela persistir em mim habitar.
Quero assumir com minhas responsabilidades, sejam elas responsabilidades práticas ou não tão fáceis de manusear. Ou melhor, quero ser responsável por aquilo que eu cativar. Assim como Vinicius de Moraes, vou espalhar meu canto, e rir meu riso e derramar meu pranto. Porque a vida é deleita de surpresas que acometem nosso ser.
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2 comentários:
e como cativa...
Sublime, ficarei ansioso esperando (você espalhar seu canto)...
Para o pranto, sempre terá um ombro amigo, pelo menos um dos meus, porque as vezes o direito dói, ehehehehe...
Beijão
Pô...massa, não conheço sobre poesia, então não sei se é sua ou não, mas por ela posso sentir quem você é, e como pensa sobre.
Muito massa..
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