Se ser feliz é
sinônimo parcial de ter que abrir mão de admirações
para viver sensações,
mesmo às vezes correndo o risco de sofrer decepções,
disponho.
Que meu EGO seja fragilizado.
E se o mundo oferece nada mais que
o prazer de aniquilar toda e qualquer sensação despertencente,
sofro a perda e digo:
Liberdade ao ID.
Ainda assim,
se me disserem que não é possível conciliar fragilidade e liberdade,
fundindo eu com isso...
Duvido!
Porque se a regra não favorece, sou uma excessão.
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Um comentário:
morte ao SUPEREGO!!
Que nem citado é...
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